FIZ-TE PERGUNTAS...
Como é possível… O teu sorriso de criança, num rosto a envelhecer?
Como é possível… O rio de paz que brota de tua alma e não deixa morrer as flores dos jardins por onde passas?
Como é possível… Essa alegria que irradias contagiando o teu redor de tal maneira que fazes os pássaros cantar?
Como é possível… A esperança renovada que te aquece o coração de tal modo que nunca desistes de avançar, mesmo quando caminhas entre espinhos?
Quem foi que arrancou da tua alma toda a sombra de ressentimentos e amarguras e te ensinou a perdoar?
Quem foi que te ensinou a distribuir o teu sorriso, mesmo quando os tempos são nebulosos e não há estrelas no céu?
Quem foi que te ajudou a superar tantas invejas e traições e desejos de vingança?
Fiz-te perguntas. E tu, serenamente, ouviste. Depois, disseste: “Já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo-o pela fé no Filho de Deus, que me amou e a Si mesmo Se entregou por mim. Para mim, o viver é Cristo.” *
E, assim, fizeste-me entender.
* Apóstolo Paulo